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domingo, 21 de abril de 2013

As Duas Religiões Praticadas no Mundo


Religião significa toda ação humana objetivando aproximar-se da divindade pela prática de ritos, sacrifícios, comportamentos, preces, observâncias de normas morais e éticas, devoções etc.
São exemplos de religião: Cristianismo, Judaísmo, Budismo, Hinduísmo, Islamismo, espiritismo etc. Cada religião em particular subdivide-se em um sem-número de denominações.
Há no mundo uma infinidade de religiões, todas buscando o favor de Deus por meios próprios. Não obstante a grande diversidade, na prática há apenas duas religiões, não mais. São elas: a humana e a divina.

A religião humana baseia-se nas obras do próprio homem.
A Religião divina funda-se exclusivamente na obra de Deus.
“Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor, nem do seu encarcerado, que sou eu; pelo contrário, participa comigo dos sofrimentos, a favor do evangelho, segundo o poder de Deus, que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos” (2 Timóteo 1.8-9).

A religião humana nasce da vontade do homem.
A religião divina origina-se da vontade de Deus.
“Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (João 1.12-13).

A religião humana tem como fundamento os méritos humanos.
A religião divina fundamenta-se na fé.
“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus” (Efésios 2.8-9).

A religião humana apresenta muitos caminhos de reconciliação com Deus.
A religião divina mostra Jesus Cristo como o caminho que conduz ao Pai.
“Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14.6).

A prática da religião humana estriba-se em sacrifícios cotidianos para aplacar a ira de Deus.
A prática da religião divina consiste no único e definitivo sacrifício de Cristo que estabeleceu para sempre a união com o Criador.
“Com efeito, nos convinha um sumo sacerdote como este, santo, inculpável, sem mácula, separado dos pecadores e feito mais alto do que os céus, que não tem necessidade, como os sumos sacerdotes, de oferecer todos os dias sacrifícios, primeiro, por seus próprios pecados, depois, pelos do povo; porque fez isso uma vez por todas, quando a si mesmo se ofereceu” (Hebreus 7.26-27).

A religião humana escraviza.
A religião divina liberta.
“Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão” (Gálatas 5.1).

A religião humana produz frutos do medo.
Religião divina gera frutos do amor.
“No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor” (1 João 4.18).

A religião humana habita em coisas e lugares, classificando as pessoas em puras ou impuras e estabelecendo lugares santos ou profanos.
A religião divina mora no coração das pessoas, tornando-o puro e santo.
“Jesus lhes respondeu: Não vem o reino de Deus com visível aparência. Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está! Porque o reino de Deus está dentro de vós” (Lucas 17.20-21).

A religião humana mata.
A religião divina dá vida.
“Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo” (João 6.33).

A religião humana faz proselitismo.
A religião divina anuncia evangelho.
“Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus” (2 Coríntios 4.5).

A religião humana julga e exclui.
A Religião divina ama e acolhe.
“Todo aquele que o Pai me dá, esse virá a mim; e o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora” (João 6.37).

A religião humana se torna conhecida por ritos e comportamentos.
Religião divina se manifesta pelo pratica do amor.
“Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros” (João 13.35).

A religião humana ensina o que as pessoas devem fazer para serem salvas.
A religião divina proclama o que Deus fez para a salvação do ser humano.
“Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo, não imputando aos homens as suas transgressões, e nos confiou a palavra da reconciliação” (2 Coríntios 5.19).

Na verdadeira religião, Jesus, amém.

domingo, 14 de abril de 2013

CURAS E MILAGRES

Os milagres de Deus na Bíblia são exceção, incluindo a cura física, não devendo ser o objeto da fé.

A Bíblia mostra que as intervenções sobrenaturais diretas de Deus, incluindo as curas, sempre foram exceção. Por um motivo bem simples: somos cidadãos dos céus, de outro mundo, da vida eterna, não deste mundo de existência passageira. Deus restaurará tudo à perfeição somente na vida do porvir, quando da segunda vinda de Jesus.
Os milagres operados na Bíblia, e quando são operados hoje, constituem exceção e sempre visam a um propósito divino, nunca objetivando provar a existência de Deus (Deus não precisa e não deseja isso) ou de alguma maneira coagir moralmente as pessoas a crer ou ainda satisfazer interesses alheios ao evangelho, (prosperidade material, proselitismo, exibicionismo etc). Também não podem ser usados como prova de fé, visto ser esta um dom gratuito de Deus.
O plano de salvação para o homem, incluindo a cura física, é reservado para a vida eterna do porvir, não para esse mundo corrompido pelo pecado. Aqui começamos pela realidade da fé.
A Escritura ensina a transitoriedade da vida terrena e afirma de forma bem clara que enquanto os filhos de Deus estiverem aqui no mundo são peregrinos e vivem pela fé.
- Estrangeiros e peregrinos (Hebreus 11.13).
- O justo vive pela fé (Romanos 1.17).
- Fé não exige prova (Hebreus 11.1).
A fé, por definição, é crer em algo que não se vê e não se pode provar. Caso contrário, não seria fé. Se Deus provasse matematicamente a sua realidade os humanos seriam coagidos (forçados) moralmente a crer nele. Mas Deus não quer isso, Ele quer estabelecer uma relação de amor baseada na liberdade. Onde não há liberdade não há amor, pois Deus é amor e este só subsiste onde há plena liberdade.
Por qual razão Deus permitiu que Adão e Eva, santos e perfeitos, pecassem? Por qual motivo os anjos, seres celestiais totalmente puros, desobedeceram a seu Criador? Só existe uma explicação: onde não há liberdade não há amor espontâneo e genuíno.
- Sinal de Jonas (Mateus 12.38-40).
- Apóstolo Tomé (João 20.25-29).

Uma experiência individual ou particular não pode se tornar coletiva
Uma manifestação especial de Deus experimentada por determinado indivíduo ou grupo nunca pode se tornar doutrina obrigatória para todos os discípulos de Cristo.
A experiência sentida por uma pessoa ou grupo se tomada nesse sentido equivocado pode ocupar o lugar da revelação escrita, a Escritura Sagrada. Quando assim acontece, a Palavra Revelada, que é inspirada pelo Espírito Santo, fica em segundo plano. “Eu fui curado, eu senti, eu recebi um sonho ou uma visão, eu recebi um milagre, Deus me disse, eu recebi uma revelação” etc.
Imagine todo mundo afirmando que teve uma experiência sobrenatural com Deus?! Não podemos questionar o poder de Deus, mas devemos crer coerentemente de acordo com as orientações bíblicas, sob pena de transformarmos Deus num curandeiro ou mágico.
Tudo aquilo que Deus faz a alguma pessoa em particular ou a um caso específico tem, obrigatoriamente, de estar em conformidade com a Bíblia. Caso contrário, não vem de Deus, porque Deus não é contraditório.
As experiências individuais e particulares não podem suplantar as Escrituras, senão elas podem ofuscar a mensagem do evangelho. Nada, nem mesmo as intervenções sobrenaturais divinas, podem nos desviar da obra de Cristo: perdão dos pecados, reconciliação com Deus e a vida eterna de bem-aventurança.

Imagine se Deus curasse todas as doenças e impedisse o sofrimento na Terra ...
Deus entraria em flagrante contradição, porque a Bíblia ensina que:
O mundo todo se corrompeu pelo pecado original e será restaurado somente na segunda vinda de Cristo.
As doenças e todo o sofrimento humano decorrem do fato de que somos corrompidos pelo pecado original, condição que persistirá enquanto não houver a restauração de todas as coisas.
A obra redentora de Cristo fundamenta-se na realidade de um mundo caído.
Uma existência isenta de mortalidade está reservada para a vida eterna do porvir.

Apocalipse 21.1-4: “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”.

Na graça do Pai, amém.

sábado, 13 de abril de 2013

O Diabo Cura?

Curas e milagres
A palavra “milagre” abrange toda manifestação sobrenatural de Deus na terra (sinais, prodígios e maravilhas), incluindo a cura física.
Exemplos de cura: cegueira (João 9.1); paralisia (João 5.1); lepra (Mateus 8.1) etc.
Outros milagres: multiplicação de alimentos (Mateus 14.15); ressurreição de Lázaro (João 11.1) e da filha de Jairo (Marcos 5.35); andar sobre águas (Mateus 14.24); acalmar tempestade (Mateus 8.23); secar a figueira (Mateus 21.18) etc.
É importante fazer essa diferenciação a fim de saber à luz das Escrituras se o diabo pode realizar o milagre da cura física.

O que a Bíblia ensina sobre o poder do diabo de realizar milagres?
A Escritura não apresenta nenhum caso de cura física realizada pelo diabo. Ela fala de milagres como sinais, prodígios e maravilhas realizados pelo poder do diabo, mas não de operação de curas.
- Êxodo 7.20-22 e 8.6-7 – Transformação de água em sangue e proliferação de rãs.
- Apocalipse 13.11-13 – Grandes sinais.
- 2 Coríntios 11.12-15 – Anjo de luz.
- Mateus 24.21-24 – Grandes sinais e prodígios.
Portanto, na falta de base bíblica não podemos afirmar que o diabo tem poder para efetuar curas físicas.

Um ser essencialmente mal pode produzir algo bom?
O diabo, essencialmente mal, necessariamente não pode realizar algo bom como curar um enfermo. O fogo não pode produzir frio, nem o gelo pode produzir calor. Conforme a Bíblia registra pode o diabo efetuar outros milagres, mas não curar, pois realizar o bem não faz parte de sua natureza essencialmente má.
Sendo o diabo enganador e pai da mentira, é certo que ele trabalha para enganar através de simulação, truque, ilusão e fraude. Por via do engano pode ele levar as pessoas a pensar que acontece cura, quando na realidade é puro logro.
Curar fisicamente é ato exclusivo de Deus, visto ser um ato de bem; e sendo um bem, jamais poderá provir de uma fonte absolutamente má, mas sempre e necessariamente de uma origem genuinamente boa. Bom é só Deus; o diabo não tem nem resquícios de bondade.
A missão do Diabo e seus anjos caídos é roubar, matar e destruir. Faz parte de sua natureza, sendo impossível ele desejar outra coisa que não seja o mal.
- João 8.44 e 10.10 e 1 Pedro 5.8 define bem qual é o objetivo de satanás.

E as supostas curas operadas em larga escala dentro das igrejas, pelos santos ou por poderes ocultos?
A cura realmente acontece, mas sempre pelo poder de Deus e fé da pessoa.
Mesmo num ministério de um falso profeta pode haver verdadeiras curas físicas. Se o nome de Deus é invocado o Espírito Santo pode operar milagres, visto que Ele não está preso ou condicionado a qualquer fator humano.
Eliminação de causas psicológicas. Causas psicológicas podem levar a doenças psicossomáticas. Havendo terapia que elimina o problema psicológico, a doença física pode simplesmente desaparecer. O estresse, por exemplo, pode desenvolver gastrite e úlcera.
A cura não acontece, mas há simulação, ilusão, truques ou fraude. Por meio desses artifícios o diabo tem desviado a atenção de muitas pessoas do evangelho da graça de Cristo.
Indução e autossugestão. Nesse caso é comum a pessoa doente deixar de sentir os sintomas por algum tempo. Ela é levada a isso por indução ou autossugestão.
Doença psicossomática: “psico”, mente + “somático”, corpo. Por causa de um problema psicológico, o corpo contrai uma doença.
Simulação: Fingimento, disfarce, falsa aparência (verdade).
Truques: Habilidades por meio das quais se engana.
Ilusão: Engano dos sentidos ou da inteligência, por meio de certas técnicas.
Fraude: Engano por meio de astúcia, ardil, esperteza.
Indução: Induzir: causar, incutir, inspirar.
Autossugestão: Autossugestionar: sugerir a si próprio.

Como analisar as supostas curas à luz da Bíblia?
Não se marcava dia nem hora para serem realizadas.
Eram imediatas, completas e ao vivo.
Todos tinham livre acesso à pessoa curada.
Não se exigia contribuição financeira em contrapartida.
Aconteciam como incidentes de percurso, não sendo usadas como “carro-chefe” da obra de evangelização.
Jesus geralmente advertia para não torná-las públicas.
Curava-se todos os tipos de doenças, não havendo seleção.
Não despertaram fé salvadora no coração dos líderes religiosos que mais se opunham a Jesus, mas aumentou a oposição e o ódio deles pelo salvador.
Eram realizadas como sinal da divindade de Jesus, como confirmação de sua messianidade. Com os apóstolos, para autenticar a mensagem do evangelho trazida pelo Messias, o Deus conosco (Emanuel).
A experiência histórica da igreja é a maior prova do caráter de excepcionalidade das curas e demais milagres de Deus aqui na Terra.
A vida eterna, onde haverá perfeição e felicidade absolutas, não será aqui neste mundo caído e corrompido pelo pecado, mas na vida do porvir. Por esse motivo Deus não está nem um pouco interessado em estabelecer um “paraíso terreno”, mas já estabeleceu um paraíso celestial eterno. Eis a essência da fé cristã: a vida do porvir.
João 5.1, 9.1, 11.1, 20.31; Mateus 8.1, Marcos 5.35 etc (operava-se todo tipo de milagres, até ressurreição de mortos, provando-se que Jesus era o Cristo, o Filho de Deus).
Atos 3.1-10 (cura realizada pelos apóstolos).
Marcos 3.5-12 (advertência sobre a publicidade).
Atos 2.22 (messianidade de Jesus).
Marcos 15.16-18 (a serviço da evangelização).
Atos 28.1-10 (cumprimento na missão do apóstolo Paulo).
Lucas 5.17-26 (cura do paralítico).
Mateus 10.8 (entregar de graça o que também é recebido de graça).
1 Coríntios 15.19 (a esperança do discípulo de Cristo reside na vida eterna)
Apocalipse 21.1-4 (a dor e o sofrimento serão erradicados somente na vida do porvir. Eis a promessa).
João 16.33 (o Salvador disse que enquanto estivermos no mundo teremos aflição).

Concluímos, portanto, que o diabo tem poder para realizar certos prodígios, mas não curar um enfermo. Assim cremos com base na Escritura Sagrada e no fato de que o bem jamais pode vir de uma fonte essencialmente má.

Na graça de Cristo, amém.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

"Carta de Jesus"


O nosso irmão Márcio Schumacker nos enviou esta linda carta que Jesus escreveu para cada um de nós. Por isso quero compartilhar com vocês queridos leitores.

Carta de Jesus

         Olá! Como você está? Essa carta é para dizer o quanto EU te amo, o quanto és importante para mim, e o quanto EU me preocupo com você.
         Ontem EU te vi conversando com outras pessoas. Esperei o dia todo, crendo que, em algum momento, você também viria conversar comigo, mas não veio. EU te dei o sol para iluminar o dia e um vento fresco para o teu descanso. Dei o alimento que precisava para o teu sustento, a saúde para trabalhar e várias outras oportunidades. Esperei, mas você não veio. Saiba que isto me doeu muito mas, EU ainda te amo, porque você é especial para mim!
         Era tarde, o sol já tinha ido embora, você estava cansado e se dirigiu para o quarto. Então pensei: Agora ele virá falar comigo! Mas, infelizmente, você se esqueceu de mim, pôs a cabeça no travesseiro e adormeceu. Mas não tem problema. EU ainda te amo, porque você é especial para mim!
         Hoje, pela manhã, imaginei que me agradeceria pela noite que EU tinha lhe proporcionado, pela lua e as estrelas que velaram sobre você, mas me enganei. Você mal dormiu, e ainda acordou preocupado com seus problemas particulares. Mal teve tempo pra tomar seu café, e já saiu correndo para trabalhar. Isso me entristeceu demais. Mas..., você continua sendo especial para mim!
         Em certo momento, EU percebi que estavas cansado, preocupado, com medo. Olhava para todos os lados e não havia ninguém pra conversar e repartir suas indagações. Então pensei novamente: Tenho certeza que, desta vez, ele vem ao meu encontro.  Engano meu!  Você não me reconheceu mais uma vez. Ao meio dia, lhe servi um belo prato de comida e um fresco copo com água. Você estava com tanta fome, que se esqueceu de me agradecer no final. Hoje a tarde, EU fazia planos para a sua vida, preparava com carinho o dia de amanhã e, quando percebi, vi você aborrecido, triste, desanimado. Tratou com grosseria os seus amigos e quem estava do seu lado, chegou em casa nervoso e sem paciência pra conversar com a família. Por fim, você me escolheu como último alvo de sua frieza e estupidez espiritual. EU continuei triste! Mas, cumprindo a promessa de meu Pai, EU ainda te amo, pois você é especial para mim!
         Ah! Se soubesses o quanto EU quero andar e conversar com você!
         Ah! Se soubesses o quanto EU me preocupo com você!
         Eu tento te dizer isso no azul do céu e no verde da grama, no vento, na chuva, no sol e nas estrelas.   No cantar dos pássaros EU digo que existo pra você, na flor que se abre EU digo que te amo.
         Meu amor por você é maior que o mar e mais firme que uma rocha, acredite!
         Eu sei que é difícil pra você viver neste mundo vil e pecador. Os problemas, as tragédias, os prejuízos, as preocupações, as tentações e as necessidades, são grandes mas, não vejo isso como motivo para você se esquecer de mim, pelo contrário, EU permito todas essas coisas, justamente para você se aproximar de mim, afinal, “eu sou o Teu Deus.” Aquele que morreu para te dar a vida.
         Mas..., agora, cá estamos nós, juntos, finalmente. Fico contente por ter se lembrado pelo menos uma vez de mim hoje. Estou feliz por saber que você ainda confia em mim. E aproveito esta valiosa oportunidade para te dizer que, embora machucado, EU sempre vou te amar, em toda e qualquer situação! Sabe por quê?
         Porque você é muito especial para mim!
         Bem, termino por aqui, pois estou trabalhando no planejamento das suas próximas horas de vida.
         Até mais e lembre-se: EU te amo muito!   Ass.: Jesus

Autor:  Márcio Schumacker

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A Páscoa que Jesus contou



Na Páscoa Jesus contou uma história diferente para nós.
Bem diferente daquilo que estamos acostumados a ouvir, ou a assistir. Nesta história o protagonista morre, ele se entrega de forma inexplicável ao amor pelo outro. Ele se doou, ele se esvaziou de si mesmo. Em sua vida o amor é vivido em abundância.
Nós perdemos grande parte da nossa existência encontrando regras e regulamentos que valorizem aquilo que Jesus fez, tentando proteger o acesso a ele, como se não quiséssemos dividir com o outro este amor.
Mas hoje, de uma forma tão simples nós descobrimos que não há nada complicado de entender, o evangelho que Jesus pregou é simples assim:
Jesus ama você e ele veio aqui e deu a vida no seu lugar porque ele te ama e ele salva a todo aquele que tem uma fagulha do amor de Deus em si.
E que Jesus possa habitar seu coração neste dia, que ele possa te inundar do seu amor, do seu evangelho. Que é simples demais, tão simples assim.

Por Michele, 25/03/2013